A tese
«Os agentes raramente falham em produção por motivos exóticos. Falham porque ninguém é dono do processo em que tocam, porque as suas permissões nunca foram escritas ou porque ninguém mede se acertam.»
— Rafael Conde, CEO e fundador da Thinkia
A parte técnica leva dias. O que decide se um agente sobrevive ao primeiro trimestre em produção são cinco decisões de operação: um processo com responsável, autonomia definida por escrito, acessos mínimos, avaliação antes e depois do lançamento, e rastreabilidade e custo desde o primeiro dia. Nenhuma é uma escolha de tecnologia.
O que vai aprender
- O que é hoje um agente e quando um workflow bem construído é a melhor resposta
- As cinco decisões a tomar antes de pôr um agente em produção
- Três casos em que os agentes já provam o seu valor: engenharia de software, conhecimento e documentos, e operações com aprovação
- Onde ter cuidado: erros que se acumulam, custo e latência, permissões e desvio da qualidade
- A pergunta a levar à próxima comissão executiva
A quem se destina
Comissões executivas, CIO, CTO e responsáveis de negócio que têm de decidir que processo confiar primeiro a um agente, e com que regras.