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/ Risco e compliance /

A fraude em sinistros não parece errada um sinistro de cada vez.

IA que lê padrões entre sinistros, lesados e redes de reparação — sinistros simulados, redes organizadas e reincidências discretas — e sinaliza-os com o processo ainda aberto, com a prova sobre a qual uma unidade de investigação de fraude consegue agir.

O problema

O sinistro isolado parece limpo. O padrão não.

  • As regras apanham a fraude de ontem

    Os limiares estáticos aprendem-se e contornam-se. O comportamento move-se; as regras não.

  • O sinal vive entre sinistros, não dentro de um

    A mesma oficina, o mesmo prestador clínico, os mesmos três lesados em combinações diferentes. Nenhum processo isolado o mostra.

  • Os falsos positivos ensinam os gestores a ignorar os alertas

    Quando a maioria dos sinais é ruído, o sinal deixa de significar algo — e os verdadeiros vão com ele.

  • Quando se prova, o pagamento já saiu

    A investigação que começa depois da regularização recupera uma fração do que a prevenção teria retido.

Como funciona

Padrões em toda a carteira, sinalizados com o processo ainda aberto

Passo 1

Ligar as entidades

Lesados, veículos, prestadores, endereços e dados bancários, ligados entre sinistros e ao longo do tempo.

Passo 2

Pontuar a rede, não o formulário

O sinistro é pontuado pelo que o rodeia: combinações repetidas, proximidades invulgares, datas que não encaixam.

Passo 3

Entregar ao investigador um processo

Não um alerta: um dossiê com as ligações desenhadas, as anomalias identificadas e a prova montada.

Os investigadores recebem um processo com a rede já desenhada.

A fraude em sinistros não parece errada um sinistro de cada vez.

O que inclui

Como abordamos o trabalho convosco

Uma camada de deteção sobre a carteira de sinistros que encontra comportamento coordenado e entrega à SIU algo com que trabalhar.

Resolução de entidades

Um lesado através de grafias, endereços e apólices — a junção que torna o resto possível.

Análise de redes

Redes organizadas, aglomerados de prestadores recorrentes e estruturas de sinistro simulado, trazidos à superfície em toda a carteira.

Pontuação de anomalias

Desvios face ao padrão esperado para aquele tipo de sinistro, ramo e geografia.

Montagem do processo para a SIU

As ligações, a cronologia e os documentos, embalados para investigação e não para triagem.

Circuito de retorno

Os casos confirmados e os arquivados voltam a treinar o modelo, para que a precisão melhore em vez de se desviar.

Registo de auditoria

Cada sinal explica-se a si mesmo — o que conta quando uma decisão é contestada.

Funciona sobre Synapse

Resultados

O que muda

Os resultados variam com o contexto, a maturidade dos dados e o âmbito. Delimitamos com honestidade antes de prometer.

Mais fraude identificada antes da regularização, face ao rastreio por regras

Orientativo — confirma-se em discovery; depende do ponto de partida.

–50%

Menos falsos positivos a chegar aos gestores de sinistros

Orientativo — confirma-se em discovery; depende do ponto de partida.

Semanas mais cedo

Na deteção de atividade coordenada em toda a carteira

Orientativo — confirma-se em discovery; depende do ponto de partida.

Como trabalhamos

Da primeira conversa a produção

Diagnóstico

Semanas 1-2

Revemos o rastreio atual, a fraude histórica confirmada e que dados é possível ligar.

Desenho

Semanas 3-5

Definimos a resolução de entidades, o modelo de rede, os limiares de pontuação e a passagem para a SIU.

Construção

Semanas 6-9

Corremos sobre o histórico de sinistros para calibrar e depois em paralelo com o volume real.

Governar e escalar

Semana 10 em diante

Estendemos a mais ramos, fechamos o circuito de retorno e monitorizamos a precisão ao longo do tempo.

Os prazos variam com o âmbito e o contexto.

Ideas, trends, and tools to stay ahead

Começar

Vemos o que o padrão mostra?

Uma sessão curta sobre a vossa carteira: o que é rastreado hoje, o que os casos históricos têm em comum e o que uma visão de rede traria à superfície.